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A legítima responsabilidade social na iniciativa privada.

Artigos sobre Trade Marketing e Vendas.

Os cinco passos essenciais para conquistar os consumidores da Base da Pirâmide

De faixa marginal a oportunidade estratégica, os consumidores da base da pirâmide chamam a atenção do mercado. Este artigo mostra os caminhos usados por marcas que já adentraram este terreno pouco conhecido

Artigo por Adriano Maluf Amui, Revista ESPM, 15/05/2010

Tendências 2010

Criar uma comunicação focada num novo tipo de consumidor. Um consumidor bem diferente, que passa longe da passividade de décadas anteriores. Mais: um consumidor que cruza referências, procura por outros que, como ele, partilham das mesmas visões.

Artigo por Adriano Amui, Entrevista Revista Venda Mais, 01/03/2010

Prática do Trade Marketing no Brasil

O termo Trade Marketing ganhou espaço dentro das empresas que compõem a cadeia de abastecimento, mas será que estamos colocando ele em prática da maneira correta?

Artigo por Adriano Amui, Entrevista NewTrade, 01/03/2010

A globalização exige planejamento estratégico

A internacionalização das empresas brasileiras tornou-se imperativa e, sobretudo, fator de sobrevivência, especialmente para alguns segmentos econômicos e mesmo com os recentes acontecimentos que sacudiram o cenário econômico mundial, esse processo sofreu uma desaceleração, mas não desapareceu.

Artigo por Gabriel Segalis, Revista Alshop, 19/10/2009

Posicionamento de marca online: o novo nome do jogo no comércio eletrônico

O varejo online no Brasil amadureceu com a entrada de grandes players do mundo offline. Junte a isso uma base consolidada e crescente de 13 milhões de consumidores e vendas potenciais estimadas em R$ 10 bilhões ano e teremos uma grande oportunidade. Mas as marcas estão preparadas para cativar esses consumidores digitais?

Artigo por Adriano Amui, Revista ESPM, 14/10/2009

Saber ONDE é apenas o começo

As empresas de bens de consumo estão presentes em milhares pontos de venda. Possuem distribuição massificada e não otimizada ou segmentada no sentido da adaptação das políticas de Vendas, Trade Mkt (Visibilidade, Merchandising) e Mkt (Portifolio), às características dos PDV e dos seus consumidores.

Artigo por Geraldo Ferreira, 02/09/2009

Estamos todos nus

Quero falar sobre a publicidade voltada ao público infantil. É claro que usar de nostalgia é uma estratégia perigosa. A memória nos trai, fazendo parecer que o passado era melhor, mais idílico, tudo no seu devido lugar, combinado.

Artigo por Adriano Amiu, Revista ESPM, 06/08/2009

100 mil horas

Quando integramos todas estas conjecturas ao cenário atual e à realidade brasileira, percebemos que nunca estivemos tão próximos de ver o Brasil, suas organizações e seu povo como o país do futuro.

Artigo por Adriano Maluf Amui, Site Empreendedor, 07/07/2009

Movimentos

Como líder, sua função é manter sua equipe no estado da arte quanto a utilização de sua capacidade de gerar negócios e entregar os produtos serviços que são comercializados pela sua organização.

Artigo por Aurélio Campos, Site Leitura Corporativa, 15/05/2009

Nóis qui inverte as coisa

No Brasil não é mais o mérito que determina o valor das pessoas, mas sua ideologia, sua cor, sua raça, sua condição física ou social. Vivemos uma inversão de valores sem precedentes e é contra esse estado das coisas que devemos gritar.

Artigo por Luciano Pires, Site Luciano Pires, 08/05/2009

Feliz Plano Novo

Não existe mundo encantado. A maioria das empresas possui donos, proprietários, acionistas, investidores ou como se queira denominar as pessoas que destinam somas de dinheiro a algum negócio e têm expectativa de receber de volta mais do que colocaram.

Artigo por Regis Folco, Revista Ser Mais, 18/03/2009

Até na crise falta gente para trabalhar ...

Escrevo um daqueles textos que incomoda a muitos e ao mesmo tempo oferece uma identificação a outros, mas o mais importante não é de que lado você se posiciona, e sim entender a raiz da questão e buscar a oportunidade que apresenta.

Artigo por Adriano Amui, Site Luciano Pires, 18/02/2009

Como ser Nerd sem passar vergonha

Veja como o iPod virou um produto fashion e a onda que levou concorrentes a tentar seguir essa trilha de sucesso.

Artigo por Adriano Maluf Amui, Revista da ESPM , 05/02/2009

A importância do Trade Marketing para o Crescimento das Vendas.

E a carência do Brasil de vendedores capacitados para o atacado e o varejo.

Artigo por Adriano Amui, Revista Distribuição, 29/10/2008

Treinamento no Século XXI.

A utilização de jogos e ambientes simulados abre novos caminhos na capacitação de executivos de vendas e trade marketing.

Artigo por Adriano Amui, HSM, 01/10/2008

Implante a função Trade.

Como o Trade Marketing pode apoiar as empresas rumo à execução comercial perfeita.

Artigo por Adriano Amui, 01/08/2008

Inovação em Mercados Emergentes.

Projetando produtos, marcas e empresas em escala global, com o "tasting" local para o verdadeiro consumidor emergente.

Artigo por Adriano Amui, site lucianopires, 01/08/2008

Revolução silenciosa no Varejo.

Em dez anos a forma de vender e comprar mudará significativamente

Artigo por Adriano Amui, 01/06/2008

Você está preparado para crescer?

Por quê qualificação profissional deixou de ser diferencial para ser pré-requisito no mercado globalizado.

Artigo por Adriano Amui, 01/06/2008

Pais desembolsam até R$ 1,6 milhão com a criação dos filhos.

As classes intermediárias, chamadas genericamente de B e C, não deixam por menos e gastam R$ 883 mil e R$ 407 mil.

Artigo por Mariana Segala, Agência Estado, 01/04/2008

O Verdadeiro Papel do Trade Marketing.

'As empresas que não assumirem as responsabilidades de trade marketing não serão competitivas. Elas terão mais dificuldade de relacionamento com os canais intermediários e menor eficiência em suas ações'.

Artigo por Adriano Amui, Revista Distribuição, 01/03/2008

Vendas por Impulso versus Fidelização.

Aprenda a sobreviver em um mercado cada vez mais competitivo conquistando e mantendo seu espaço mercadológico.

Artigo por Adriano Amui, Revista Alshop, 01/02/2008

Todos por Um.

Indústria e varejo intensificam a relação de cooperação para aumentar a satisfação dos consumidores.

Artigo por Natacha Amaral, Revista Empreendedor, 01/02/2008

1,6 milhão de reais.

Esse é o custo de criação do seu filho, do nascimento até o fim da faculdade.

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Mudanças na Estratégia para o Século XXI

Planejar a estratégia, hoje, significa analisar cenários bem diferentes de trinta anos atrás.

Artigo por Fernando Taliberti e Renata Seldin, Simpósio, 01/06/2007

Inovação Estratégica

Criando vantagem competitiva através do posicionamento inovador.

Artigo por Fernando Taliberti, 01/06/2007

A legítima responsabilidade social na iniciativa privada.

Ser socialmente responsável já virou condição sine qua non para uma empresa ser considerada séria e idônea... mas, e a visão do acionista?

Artigo por Adriano Amui, EXPM, 01/04/2008

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Uma busca no Google com a expressão 'Responsabilidade Social' não aponta em seus primeiros resultados conceitos e definições, mas sim sites de diversas empresas, entre elas bancos que até usam este tema como link patrocinado, uma usual ferramenta de marketing.

Esse resultado nos dá a dimensão de que esta é uma das expressões que mais esteve (e está) em voga nos últimos anos, pois há a crença de que ficar fora deste conceito gera má impressão e eventuais problemas com imagem. Na verdade, ser socialmente responsável já virou condição sine qua non para uma empresa ser considerada séria e idônea.

Há costumeiras confusões com o uso do termo quando aplicado ao mundo da iniciativa privada, que pode ser interpretado, pelo menos, de duas formas distintas: 1) empresa que administra bem seus recursos e sua relação com a sociedade, causando menos impactos ambientais, sociais e econômicos, no que tange o bom uso de recursos naturais e insumos, mão-de-obra e rentabilidade; 2) assumir práticas de “bem-estar social”, o que caracterizaria uma relação “ética”, pois parte da idéia de que a empresa devolve à sociedade parte daquilo que recebe.

Podemos ter uma idéia de como este conceito faz parte do imaginário coletivo de forma idealizada examinando definições que aparecem na rede mundial de computadores. A própria Wikipedia, principal enciclopédia colaborativa da web, descreve Responsabilidade social corporativa como “o conjunto amplo de ações que beneficiam a sociedade e as corporações, levando em consideração economia, educação, meio ambiente, saúde, transporte, moradia, atividade locais e governo”. Segundo o artigo, “essas ações otimizam ou criam programas sociais, trazendo benefícios mútuos entre a empresa e a comunidade, melhorando a qualidade de vida dos funcionários, a atuação da empresa e a população”.

Conforme dito acima, há um paradigma em torno da ética da empresa. Ainda na mesma enciclopédia livre temos que “ser ético e transparente quer dizer conhecer e considerar suas partes interessadas objetivando um canal de diálogo”, o que, de cara, cria um círculo vicioso, pois as empresas têm de se empenhar para construir uma imagem ética por meio de práticas sociais, culturais ou ambientais, mas, caso não o façam, caem em mau julgamento. Pesquisa realizada pela Market Analisys mostra que no Brasil o percentual da população que atribui às empresas – e não ao governo – o papel de resolver problemas sociais é bem superior ao de outros países. Aqui, 65% dos brasileiros acha que é das empresas a função de resolver as mazelas sociais. Estamos à frente das expectativas de países como Argentina, com 51%, e Rússia, com 47% . Uma total inversão de valores, em meu ponto de vista!

Não é preciso lembrar um cidadão brasileiro de quanto se paga em impostos todos os meses, mas talvez seja necessário refrescar sua memória em relação ao uso deste dinheiro. Pois, se, mesmo arrecadando tanto, o Governo não assumir práticas sociais, quem as assumiria? A sociedade? Iremos admitir a isenção desta função ao Estado, ou repassaremos a tarefa a empresas?

Aos que pensariam em dizer que queremos mexer em algo consolidado e criar novas e vãs teorias, é oportuno lembrar que já, na década de 70, Milton Friedman, um dos mais influentes economistas do século XX, relativizara esta questão. Em seu artigo, “The Social Responsibility of Business Is to Increase Its Profits”, Friedman critica o uso dos lucros corporativos em função de gastos sociais, que são de responsabilidade do Estado. Pois, ao usar a verba de uma empresa para este tipo de ação, os preços dos produtos ou serviços da empresa em questão se elevam e a sociedade paga por isso duplamente, já que também contribui com impostos. Tratando mais detalhadamente, a questão da “responsabilidade” social passa, necessariamente, pelas ações dos executivos das empresas, pois são eles que devem agir em prol de sua corporação. Segundo o autor, estes executivos devem ter responsabilidade para com suas empresas e seus acionistas, já que é o dinheiro alheio que administra e não seus próprios bens. Como “pessoa física” ou cidadão ele pode sim usar seus recursos, seu tempo e sua energia em ações sociais, entretanto fazer uso da infra-estrutura alheia, ou seja, de sua corporação não é socialmente justo, pois isto pode acarretar num aumento de preço dos produtos e num impacto direto à toda cadeia de produção, inclusive atingindo o cotidiano de seus funcionários, que talvez tenham um prejuízo refletido em seu salário, no que tange a falta de aumentos.

Chegamos, enfim, a hora de separar o joio do trigo. Devemos colocar cada coisa em seu lugar, já que o termo “responsabilidade social” e suas derivações criaram, ao longo destes anos, toda uma iconografia imaculada. Bela e com ares de marketeira. Para se conseguir isso, devemos pensar: o que vale mais, uma política a la Robin Wood, mas que, em vez de tirar o dinheiro dos ricos e entregar para os pobres, tira do bolso de toda a sociedade em prol de uma imagem “politicamente correta” ou uma administração responsável, visando claramente seus lucros (afinal, empresas não são entidades filantrópicas) e que respeite sempre a melhor relação custo- benefício de seus clientes, empregados e acionistas? O que de fato parece ser mais responsável como sempre, não são os modismos.

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