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Abaixo relacionamos uma série de artigos sobre temas variados dentro do mundo de Vendas, Trade e Marketing.
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Artigo por Fernanda Dutra, 02/08/2011
Se fôssemos às empresas para perguntar aos funcionários se eles são felizes nos seus empregos, quantos diriam que sim com total convicção?
O fato é que a grande maioria das pessoas não consegue identificar seu principal talento e muito menos tem bem definido aonde quer chegar. O resultado? Pessoas infelizes, frustradas, que acabam, muitas vezes, sendo demitidas por comportamentos inadequados à empresa.
Os indivíduos com baixa produtividade e com o emocional abalado podem ser vistos como profissionais ruins, pois misturam vida pessoal e profissional. Sem dúvida, as emoções transcendem e nos oferecem informações importantes sobre nós mesmos.
Se prestarmos atenção a estas informações oriundas de nossas emoções, poderíamos alterar a nossa conduta e os nossos pensamentos, com claro aumento de rendimento e com a consequente modificação das situações que deles resultam e que se instalam ao nosso redor.
Parece estranho? Se observarmos nossas emoções, muitas vezes perceberemos, quem sabe em tempo hábil, que estamos caminhando no rumo errado. O caminho certo viria por meio do bem estar ao trabalhar, já que quando o trabalho e o lazer se mesclam, nosso rendimento é potencializado. Parece utopia falar isso, mas a verdade é que quando nos encontramos em uma posição que favorece nosso talento, o trabalho flui com naturalidade e deixa de nos consumir para passar a fornecer energia. Já dizia Domenico De Masi: “ aquele que é mestre na arte de viver faz pouca distinção entre seu trabalho e seu tempo livre”.
Mas não basta saber quais são os pontos fortes de cada um, é preciso igualmente entender onde estão as fraquezas. Isso transforma o mundo e ele passa a ser um lugar onde o que é diferente de mim me complementa, assim como o verde e o vermelho brilham e intensificam suas cores sem perder a harmonia. Será que é este o pensamento da maioria dos profissionais? Se fosse, não existiriam tantos gestores administrando conflitos em suas equipes, não é mesmo?
Além disso, encontrar um trabalho em que 100% das atividades estão conectadas às aptidões naturais de cada um , pode ser, para se dizer o mínimo, uma potencial síndrome de Alice nos País das Maravilhas. É esperado que o empregado se depare, no desenvolvimento de suas atividades, com um mínimo de 30% destas onde se faz necessária consciência holística e entrega de algo que exija mais de sua maturidade e de seu esforço.
Aí entra o uso da inteligência emocional e social, ou seja, saber ouvir, autocontrole e percepção do ambiente, pessoas e principalmente seus próprios limites. Inteligência emocional é uma perspectiva que está desafiando cientistas, educadores e indivíduos a conhecer e utilizar os sistemas inteligentes particulares do cérebro emocional e com isso melhores relações e entendimento das diferenças pessoais. Inteligência social é a capacidade de conexão, sincronia e empatia dos indivíduos.
Por isso, deixo aqui a minha dica para todo profissional que deseja crescimento na carreira. Busque o autoconhecimento! Certamente você encontrará uma bagagem de conhecimento e experiências, crenças e valores que nos remetem à nossa personalidade. Trazer nossas ações e intenções para o consciente nos ajuda em nosso desenvolvimento e traz uma percepção ampliada do ambiente no qual estamos inseridos. A consequência? Performance mais madura e consciente e uma boa dose de Inteligência emocional e social. Pense nisso!
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Adriano Maluf Amui - São Paulo/SP Em Breve
26/06/2012 - São Paulo/SP
Adriano Maluf Amui - 03/07/2012 a 06/07/2012 - São Paulo/SP
Wellington Moratto - Trade Marketing Atacado - Santa Helena
Roberta Castro - Analista de Marketing - Editora Positivo
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