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25/08/2010
a) Como as farmácias podem trabalhar essa categoria?
As
farmácias podem interagir com os fabricantes e identificar guias e materiais de
exposição, realizar ações e/ou promoções periódicas, materiais de merchandising,
dentre outros, demonstrando a proposta de valor ao consumidor e ao shopper. Já
os fabricantes podem realizar investimentos em ações comerciais, divulgação
intensa em mídia (comunicação), materiais e ações de PDV, treinamentos de
produtos, dentre outros. Os conceitos utilizados no gerenciamento por categorias
varejo e as experiências práticas de ações proporcionarão benefícios para as
farmácias, fabricante e Consumidor: a farmácia tem aumento de vendas no mix e
melhora a sua rentabilidade, o fabricante aumenta suas vendas e o cliente fica
satisfeito ao identificar de forma clara o sortimento de produtos disponível no
PDV.
b) Qual a melhor forma de expor a categoria?
Deve ser
utilizado espaços ou ambientes exclusivamente destinados à categoria, pontos
extras (se possível) e também em pontos de fácil acesso ao shopper, como por
exemplo em displays sobre o balcão ou junto ao check out. Não podemos deixar de
considerar as hipóteses de cross merchandising. Deve ser avaliado periodicamente
o gerenciamento de espaços em relação aos produtos na prateleira, avaliando
amplitude dos produtos (necessidades atendidas com cada produto/categoria),
profundidade (número de SKUs em cada categoria) e a coerência do mix
(homogeneidade e complementaridade das diferentes categorias e subcategorias).
Uma sequencia lógica de exposição impulsiona as vendas, garantem fidelização e
permitem maior sucesso às farmácias.
c) Como comunicar ao consumidor que naquele ponto de venda há
medicamentos fitoterápicos e homeopáticos ?
Podemos estabelecer
benchmarkings de técnicas já utilizadas no varejo, como por exemplo,
gerenciamento por categorias, pesquisa de comportamento do Shopper, ações de
relacionamento com PDV, dentre outros para estabelecer estratégias e táticas de
comunicação de longo prazo. Uma clássica é a definição de calendário de ações
promocionais anual, semestral ou trimestral. As ações devem ser planejadas
previamente, bem como os recursos necessários e a requisição para formação de
funcionários, espaço e divulgação. A interação do consumidor, produto e o PDV,
combinado a esforços integrados no composto de comunicação, é imprescindível
para se obter sucesso na comunicação. O consumidor deve sentir-se presente,
participante e dentro de um ambiente propício a categoria. A divulgação deve
manter a coerência das mensagens emitidas. Em alguns momentos é necessário ações
rápidas e de curto prazo, como imprimir folhetos que levam para a farmácia mais
próximo do cliente (delivery) em entregas por funcionários simpáticos, com
rapidez e conveniência. Para que uma ação de comunicação funcione bem é
importante observar a farmácia do ponto de vista do cliente que entra e sai,
analisando suas reações, o que lhe agrada, barreiras que venham de uma pessoa ou
da equipe, e conseguir que a farmácia se comunique bem, sempre surpreendendo o
público mais fiel. A comunicação deve partir da criação da proposta de valor - o
que a organização / produto tem a oferecer ao consumidor / shopper / canal. É
fundamental pensar nos diferentes públicos, além dos consumidores em geral,
dentre eles os donos dos estabelecimentos, funcionários, vendedores do próprio
fabricante, etc.
Fonte: Revista Guia da Farmácia
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Adriano Maluf Amui - São Paulo/SP Em Breve
26/06/2012 - São Paulo/SP
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